Internação na UTI não é sinônimo de risco de morte

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A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) costuma ser motivo de alarde para pacientes, familiares e amigos. Apesar de cheia de estigmas, a situação não demanda, necessariamente, preocupação. Ela consiste em um ambiente hospitalar fechado, com funcionamento 24h, composto por uma equipe multidisciplinar que presta cuidados intensivos as pessoas que a ela são destinadas. A fim de tranquilizar os envolvidos no processo, o especialista em medicina intensiva, Dr. Cláudio Rezende, esclareceu algumas dúvidas sobre o tema.

O especialista explica que a equipe é composta por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionista, assistente social e psicólogo, e que as necessidades desse tipo de cuidado são múltiplas. “Pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou com riscos prévios, com doenças agudas como infartos, acidente vascular cerebral (derrames), doenças infecciosas graves, quando o organismo não está respondendo, predominam entre os pacientes encaminhados para UTI”, esclarece Dr. Cláudio.

Apesar de serem tratados casos que exigem um acompanhamento maior, ir para UTI não significa risco de morte. “Os pacientes, muitas das vezes, são encaminhados para cuidados intensivos de acordo com a sua necessidade. Os que possuem doenças graves já chegam com risco, mas não é o ambiente que o agrega. Pelo contrário, a UTI é o lugar mais seguro para pessoas que se encontram nesse quadro estarem”, enfatiza o especialista.

A rotina da Unidade Intensiva é especifica e bem definida, os horários de análises, exames, acompanhamentos e visitas familiares são extremamente organizados. Estar internado na UTI não impede a família de acompanhar o paciente, muitas vezes essa proximidade é necessária, mas isso é decidido após uma avaliação de especialistas psicossociais e de enfermagem.

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